segunda-feira, 30 de abril de 2012


«Todas as cartas de amor são ridículas. 
 Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas. 
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,como as outras, ridículas. 
As cartas de amor, se há amor, têm de ser ridículas. 
Mas, afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas. 
Quem me dera no tempo em que escrevia sem dar por isso cartas de amor ridículas. 
A verdade é que hoje as minhas memórias dessas cartas de amor é que são ridículas. 
(Todas as palavras esdrúxulas, como os sentimentos esdrúxulos, são naturalmente ridículas.)» 

 Álvaro de Campos - Todas as cartas de amor são ridículas

domingo, 29 de abril de 2012

Estes podiam vir morar no meu pulso, eu não me importava, juro!

Eu gosto de relógios, acho que um pulso com um relógio já quase não precisa de pulseiras para o adornar então se o relógio é um relógio lindo, vistoso e ao mesmo tempo elegante, que dá para utilizar em qualquer situação, tanto melhor. Apaixonei-me por estes três, só não me apaixonei pelo preço mas pronto... isso são contas de outro rosário!



sábado, 28 de abril de 2012

weird ...

Heidi Klum
Tenho a mania de quando vejo números repetidos, tipo 7777 ou 6464, pedir que alguma coisa boa me aconteça... Não que esteja à espera que isso me vá acontecer por obra e graça dos números repetidos, mas a questão é que o faço.
É normal ou serei, efectivamente, um caso perdido? Huum...

Percebo que ...

Rosie Huntington-Whiteley
... os sentimentos, a outra pessoa, as circunstâncias e, principalmente, EU mudei quando fujo de um abraço dele, quando não dou motivos para continuarmos uma conversa respondendo fria, ríspida e bruscamente, quando não me afecta vê-lo abraçado a não sei quantas raparigas e quando recebo uma mensagem da pessoa em questão, a reacção que tenho é a mesma do que quando recebo uma mensagem da operadora de telemóvel: «uffff... a sério?»... Tudo isto tendo em conta que em tempos o que mais queria era perder-me nos braços dele, arranjar mil e um motivos para termos assunto de conversa para horas, receber uma mensagem dele era motivo para sorrir o dia inteiro e vê-lo ao lado de uma rapariga era motivo para me deixar mal humorada até ele vir ter comigo.
Ainda bem que agora é assim, ainda bem que ele notou (e não gostou!) que eu o ignoro e percebeu que ele já não é a minha prioridade. Karma is a bitch, baby!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Situações que eu dispenso .

Kate Hudson
Há momentos em que eu gostava de puder bloquear algumas pessoas como se faz no msn, só assim numa de não ser encontrada nem de saber de coisas que, honestamente, não quero, nem tenho gosto em saber. Tem alturas que me chateia, só por si, receber mensagens a contarem-me o que se passou em determinado jantar ou em determinada noite... Eu não quero saber, não me importa a vida dos outros. Se importasse eu própria trataria de descobrir mas não, não me interessa.
É por estas e por outras que eu, quando venho para casa ou estou com pessoas que realmente me fazem sentir bem, esqueço-me que o telemóvel está na carteira ou pousado em cima da secretária e me alheio totalmente do que se está a passar a quilómetros de distância de mim. Se estou longe não tenho porque saber do que lá se passa, acho eu.