Tenho para mim que hoje vou envelhecer 10 anos. Tenho um relatório para fazer que vai exigir muita inspiração da minha parte, e apesar de já estar a meio, não está exatamente como eu queria e vou ter de dar ali umas voltas. Resultado: muito café, muita música, muito chocolate que hoje não vou à cama. É a vida.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Tenho para mim que hoje vou envelhecer 10 anos. Tenho um relatório para fazer que vai exigir muita inspiração da minha parte, e apesar de já estar a meio, não está exatamente como eu queria e vou ter de dar ali umas voltas. Resultado: muito café, muita música, muito chocolate que hoje não vou à cama. É a vida.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Primeiro momento de desespero do ano.
Hoje, o professor põe-se a falar da aula desta semana e da próxima ...espera! "Desculpe Professor, aula na próxima semana? Nós para a semana temos exames, estava na ideia que não havia aulas...". Pois que então estas minhas premissas estão erradas! Tenho aulas e tenho exames, olarilas! Isto não há fome que não dê fartura.
Agora uma parte importante: alguém me explica quando é que eu vou dormir? Tenho a minha agenda CARREGADA. Ora são aulas, ora são horas para estudar... Se eu sobreviver a estas três semanas ( esta e as duas próximas ) , sou o ídolo de mim própria. Juro!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Feliz Ano 2013
Brindem mais, sorriam mais, que haja mais verdade em cada palavra e em cada acto, que em cada dia, por mau que seja, haja um motivo para se sentirem felizes com o que têm, vivam mais com os amigos, esforcem-se mais para terem o que querem... vivam este ano!
São 365 (quase 364) dias para criarem, no mínimo, uma oportunidade por dia de serem um bocadinho mais felizes. É isso que vos desejo, felicidade, para o ano que chegou.
São 365 (quase 364) dias para criarem, no mínimo, uma oportunidade por dia de serem um bocadinho mais felizes. É isso que vos desejo, felicidade, para o ano que chegou.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Convidem-me para festas que tenham significado para mim.
Serei anormal por não ir passar a passagem de ano fora, a uma festa qualquer? É MESMO necessário sair na noite da passagem de ano? É que nos últimos dias as mensagens que recebo têm rondado muito o «então, onde vais na passagem de ano?» ou «que vais fazer na passagem de ano?» ou «queres vir comigo na passagem de ano?» e depois surgem as reacções «uii não vais sair na passagem de ano? porquê?»... Ora, eu não vou sair na passagem de ano porque não me apetece! Simples. Não gosto das festas que se fazem na passagem de ano, com carradas de gente que passa por nós e nem um bom ano nos deseja. Uma festa entre amigos, num ambiente calmo, onde pudéssemos conviver sim, eu ia sem qualquer hesitação mas agora ir para uma festa onde vou ser obrigada a divertir-me sem nenhum motivo aparente, esqueçam!
Prefiro mil vezes ficar em casa com a minha família que com certeza vai estar a torcer para que 2013 seja um ano de sucesso para mim, do que numa festa qualquer com alguém a desejar que caía dos saltos abaixo. Pois é !
Prefiro mil vezes ficar em casa com a minha família que com certeza vai estar a torcer para que 2013 seja um ano de sucesso para mim, do que numa festa qualquer com alguém a desejar que caía dos saltos abaixo. Pois é !
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Da menina que eu sou.
Hoje fui dar sangue pela primeira vez. É Natal, faz sentido ser solidário e passar pelo que passei. Sim, quase que desmaiei.
Para começar estava a sair da porta do prédio e já estava a tremer mas não desisti. Como a viagem de casa ao hospital são só meia dúzia de passos nem deu para mais nada, foi preencher o questionário, passar pelo médico e esperar pela minha vez que não tardou. Entrei e disse à enfermeira que estava nervosa e cheia de calor (suponho que efeito dos nervos que hoje a chuva refrescava toda a gente! ). Ela lá me disse que se eu não quisesse dar sangue, não dava que podia dar noutra altura mas eu pensei: "Já que aqui estou, vou ficar !" e fiquei. Com os dois enfermeiros durante toda a doação a falarem comigo e eu lá, de pernas quase no tecto a conversar com eles e a contar-lhes a minha vida toda. A doação acabou e eu a sentir-me super bem. Deixei-me estar em repouso e assustei toda a gente quando fiquei pálida como a cera mas aguentei-me bem. A melhor parte foi quando me ponho a pé, a enfermeira está a falar comigo e eu a oiço a falar no fundo de um corredor com 100 metros e a ver uma nuvem escura à minha volta. Só estendi o braço à enfermeira e lhe disse: Não consigo ver nada ! e quando dei por mim já estava outra vez de pés do tecto.
Fiquei, seguramente, mais de 30 minutos a recuperar. Ainda fui gozada por um enfermeiro que entrou e disse : « olha esta de pernas no ar ! » mas correu tudo bem. Tenho motivos para durante o fim de semana não fazer esforço rigorosamente nenhum com o braço direito.
Ah, e que este texto não assuste ninguém que queira ir dar sangue. Esta foi a minha reacção! A A. foi comigo, deu sangue e ficou super bem. Eu é que pronto ... sou uma menina! Mas vou lá dar sangue outra vez daqui por quatro, cinco meses, promise.
Para começar estava a sair da porta do prédio e já estava a tremer mas não desisti. Como a viagem de casa ao hospital são só meia dúzia de passos nem deu para mais nada, foi preencher o questionário, passar pelo médico e esperar pela minha vez que não tardou. Entrei e disse à enfermeira que estava nervosa e cheia de calor (suponho que efeito dos nervos que hoje a chuva refrescava toda a gente! ). Ela lá me disse que se eu não quisesse dar sangue, não dava que podia dar noutra altura mas eu pensei: "Já que aqui estou, vou ficar !" e fiquei. Com os dois enfermeiros durante toda a doação a falarem comigo e eu lá, de pernas quase no tecto a conversar com eles e a contar-lhes a minha vida toda. A doação acabou e eu a sentir-me super bem. Deixei-me estar em repouso e assustei toda a gente quando fiquei pálida como a cera mas aguentei-me bem. A melhor parte foi quando me ponho a pé, a enfermeira está a falar comigo e eu a oiço a falar no fundo de um corredor com 100 metros e a ver uma nuvem escura à minha volta. Só estendi o braço à enfermeira e lhe disse: Não consigo ver nada ! e quando dei por mim já estava outra vez de pés do tecto.
Fiquei, seguramente, mais de 30 minutos a recuperar. Ainda fui gozada por um enfermeiro que entrou e disse : « olha esta de pernas no ar ! » mas correu tudo bem. Tenho motivos para durante o fim de semana não fazer esforço rigorosamente nenhum com o braço direito.
Ah, e que este texto não assuste ninguém que queira ir dar sangue. Esta foi a minha reacção! A A. foi comigo, deu sangue e ficou super bem. Eu é que pronto ... sou uma menina! Mas vou lá dar sangue outra vez daqui por quatro, cinco meses, promise.
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