Faltava-me uma carteira preta. Toda preta. Completamente preta. Finalmente encontrei-a.
sábado, 9 de março de 2013
É assim ...
O momento em que nos dizem, de caras: " Estavas a ir tão bem e agora estás assim? Olha para ti ... estás bem mais gorda e já não estás tão bonita como estavas antes com tanta maquilhagem na cara, mas isto sou eu a dizer" . Obviamente que eu disse que não tinha nada com isso, de eu estar mais gorda ou mais magra ou até mesmo a quantidade de maquilhagem que uso . uso alguma maquilhagem, uso mas não considero que seja exagerada. A questão no meio de isto tudo é que chegou para eu ficar de rastos porque, no fundo, eu sei que estou mais cheiinha e que preciso urgentemente de voltar à carga nas corridas e à dieta mas a questão é que há formas e formas de se dizer isso. Não era preciso dizer com tanta violência mas pronto ... que poderei eu fazer? Emagrecer pois está claro .
quinta-feira, 7 de março de 2013
Das despedidas.
Se há coisa que me custa são as despedidas. De quem quer que seja, em que altura seja, custa-me tanto tanto. A ausência até pode ser pequena mas aperta-me sempre o coração, faz-me sempre sentir triste.
E hoje foi um dia destes, de me sentir triste e com o coração apertado desde que acordei, e piorou na hora do: «Vá, está na hora, tenho de entrar e vós tendes de ir à vossa vida.» quando os olhos dos três estavam carregados de lágrimas. Enfim. Que volte rápido.
domingo, 3 de março de 2013
O meu cabelo .
O meu cabelo é encaracolado, muito encaracolado. Tem volume para dar e vender de tanto caracol, de tanta onda, de tanto cabelo que tenho. É forte e parece que tem vida própria, nunca repete a mesma forma, e tanto pode ser uma fonte de contentamento como de desespero.
Normalmente quando o estico é na cabeleireira, quando o vou cortar, mas desta vez aventurei-me a fazer isso com a prancha da A. lá em casa. Sim , estive quase uma hora de volta do cabelo, insisti cem vezes por cada bocado de cabelo mas resultou. Na sexta fomos almoçar à beira mar e mesmo com o vento e a humidade típica daquele lugar, o cabelo ficou impecável, esticado e sem sinais de caracóis. Fiquei orgulhosa do meu esforço e, honestamente, acho que vou comprar uma prancha para quando quiser esticar o cabelo o fazer em casa, sem ter que ir a cabeleireira, porque afinal o resultado foi o mesmo. Foi um fofinho o meu cabelo, comportou-se à altura como se pode ver na foto abaixo.
Normalmente quando o estico é na cabeleireira, quando o vou cortar, mas desta vez aventurei-me a fazer isso com a prancha da A. lá em casa. Sim , estive quase uma hora de volta do cabelo, insisti cem vezes por cada bocado de cabelo mas resultou. Na sexta fomos almoçar à beira mar e mesmo com o vento e a humidade típica daquele lugar, o cabelo ficou impecável, esticado e sem sinais de caracóis. Fiquei orgulhosa do meu esforço e, honestamente, acho que vou comprar uma prancha para quando quiser esticar o cabelo o fazer em casa, sem ter que ir a cabeleireira, porque afinal o resultado foi o mesmo. Foi um fofinho o meu cabelo, comportou-se à altura como se pode ver na foto abaixo.
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sábado, 2 de março de 2013
De quanto as pessoas são crueis.
As pessoas são realmente mesquinhas e cada vez mais olham para o seu umbigo. É triste dizer isto e mais triste é quando se fala de uma pessoa muito próxima. Custa quando me desfaço em esforços para não falhar a uma pessoa e a ainda me sinto mal, depois de ter prescindido de fazer uma quantidade de coisas que me faziam falta. Não estava à espera de reconhecimento por aquilo que fiz, não estava à espera que me agradecesse de joelhos pela minha companhia, estava à espera sim que a minha companhia tivesse sido mais apreciada, que tivesse guardado aquela tarde para mim, para falar comigo, para se rir comigo mas não. Falou-se de tudo com outra pessoa menos de assuntos em que eu pudesse ser integrada. Senti-me olhada de lado, senti-me a mais. Foi triste, e jurei não mais voltar.
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