domingo, 28 de abril de 2013

Amigos mas pouco.


Amanhã tenho (mais!) uma apresentação de um trabalho mas infelizmente não estou com vontade de me "concentrar" nisso.
A verdade é que não consigo parar de pensar o que é que fiz de errado para este corte tão repentino e forte. Não vale a pena, não percebo. Já dei voltas e mais voltas, já virei e voltei a revirar ponto a ponto que tenho gravado na memória (e eu de memória sou MUITO boa!) sobre que mal fiz mas continuo sem perceber.
Infelizmente não acredito no "há amigos que vão, há amigos que vêm e há amigos que ficam"... Lamento, não acredito! Acredito que venham, acredito que se façam novas amizades - tenho feito tantas! - mas não acredito na parte dos amigos "que vão". Amigo, que é amigo, fica e fica sempre. Pode estar desaparecido, pode não estar em contacto, mas está sempre a uma distância de uma chamada para falar.
Já passaram mais de dois meses desde que me deixaste de falar. Como disse anteriormente, não queria que me agradecesses de nada, queria simplesmente que tivesses apreciado da minha companhia, mas não. O cinismo reinou no que era suposto ter sido um almoço cheio de gargalhadas e de coisas boas para contar.
Se calhar, assim mesmo só se calhar, não houve amizade nenhuma, não da tua parte. Conhecendo-te como te conheço, provavelmente a culpada de tudo fui eu. Pois então que a culpa seja minha, eu até tenho as costas largas.

sábado, 27 de abril de 2013

Mente sã em corpo são.

Confesso que a falta de exercício físico me faz mal. Quando no ano passado andava no ginásio,  ele era a melhor terapia de sempre. Podia chegar lá a bufar de raiva por tudo mas quando saía, de tão cansada que estava e ao mesmo tempo feliz, já nada me importava. E aquilo era um vício. Tinha dias que passava uma hora seguida na passadeira entre a corrida ou o passo rápido. Estava cansada, doía-me o corpo mas eu adorava, eram dores que me traziam satisfação.
Desde que vim para o Porto que a minha rotina mudou e, por preguiça ou por falta de dinheiro, não me inscrevi no ginásio. Verdade seja dita, quando saía da faculdade, a minha maior vontade era chegar a casa e descansar. E isso teve repercussões no meu corpo. Estou mais cheiinha, estou mais flácida e a celulite atacou em força. Se com roupa isto ainda se esconde, quando estou despida, de frente para o espelho, assusto-me com o que vejo.
Há uns tempos falaram-se do Insanity. Interessei-me e, depois de muitos "hoje não porque estou cansada" , "hoje não porque me dói a barriga", comecei a fazer o plano de exercícios. E não, de ontem a hoje não tenho rigorosamente nenhuns resultados excepto as minhas dores nas pernas e nas costas. O que é certo é que, em 25 minutos de treino, suei como já não me lembrava suar (acho que nem no ginásio suava tanto!) e a parte melhor é que posso fazer em casa, as vezes todas que me der na cabeça, quando a minha cabeça já estiver derretida. Isto aliado a umas corridinhas e a um treino de piscina, pode ser que dê os resultados esperados. Até lá, é ter paciência.

terça-feira, 23 de abril de 2013

De como se tem passado os dias.

Elle Fanning fotografada por Venetia Scott para Self Service, Spring/Summer 2012

Estes últimos dias têm sido desgastantes. Já adivinhava um mês de abril stressante, desgastante, penoso, mas nunca pensei que chegasse aos níveis que chegou. Ataques de choro, pânicos assumidos, medo de não conseguir atingir o ponto que quero, tudo. Parece que tudo tem caído sobre mim.
Amanhã tenho mais uma apresentação de um trabalho, e digo mais uma porque todas as semanas desde o ínicio de abril assim tem sido, uma, duas ou três apresentações de trabalhos por semana. E ninguém me diga que é fácil porque não é. São pessoas diferentes, são feitios diferentes, são personalidades diferentes, que exigem mais ou menos pulso na situação, mais ou menos flexibilidade e mais, muito mais cansaço.
Hoje quero tomar banho, fazer o jantar e deitar-me no sofá à espera que o sono apareça e eu acredito que me vá vencer. Que chegue amanhã por esta hora.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Sapatame para a primavera.

Estes são meus, e são lindos! Adoro-os e amanhã já me vou unir com eles, para sempre.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Das coisas boas que o trabalho nos dá.

É tão mas tão gratificante receber um comentário assim no fim de um trabalho. É como receber um copo de água na travessia do deserto. Fiquei feliz feliz feliz.