segunda-feira, 24 de junho de 2013

Das férias.

Verdade seja dita: ando estafada. Se houve semestre que me deve ter dado cabelos brancos , esse semestre foi este último. Que diabo, só trabalhos, só trabalhos e para acabar ainda tenho mais trabalhos para fazer. Torna-se um martírio fazer isto.
Felizmente, para compensar isto, combinei ir na melhor companhia ( sim , a dele!! ) passar uma dia a praia mal este sufoca acabasse. É ir à praia e ele vir cá à terrinha ao parque aquático e à piscina de ondas. Tomara que esses dias cheguem, primeiro porque estamos de férias, e depois porque vou estar nos braços dele sem nenhuma preocupação (espero!). Já sabe bem só de pensar.

sábado, 22 de junho de 2013

Não sei o que fiz para merecer uma pessoa assim na minha vida, mas a jurar por tudo, acho que fiz bem.
O sorriso é o sorriso mais bonito que já vi na vida, tão direitinho, tão aberto, tão feliz. A cara dele é uma harmonia de feições quando os lábios grossos dele abrem num sorriso e os olhos ficam meios fechados, a suportar aquelas sobrancelhas fortes. Adoro a barba dele, meia desfeita meia por fazer. Adoro o ar vaidoso dele que detesta que o despenteei e me ralha quando o faço mas depois me vem encher de beijos e nem dá conta que lhe estou a passar a mão pelo cabelo.
Sempre que penso nele dá-me vontade de sorrir, de ser mais e mais feliz, de não me afastar. Dá-me vontade de ficar, para sempre.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Poucos mas bons!


De há uns tempos para cá que me tenho vindo a aperceber que efetivamente os meus amigos são poucos, pouquíssimos mesmo. Acho que os dedos das mãos chegam e sobram para os contar.
Tenho conhecidos, muitos, pessoas com quem cruzei nos últimos anos e que de uma forma ou de outra me identifiquei, pessoas que eu olhava e via que eram parecidas a mim com uma ou outra característica até que chegava à conclusão que de parecidas tínhamos nada.
Conheci pessoas que eu achava que iam ser minhas amigas para a vida, que me iam ser leais e que iam apoiar-me sempre. Enganei-me redondamente. Foram as primeiras a dar-me as maiores chapadas nas costas para eu cair destoada, sem amparo possível.  O melhor de tudo é que tive pessoas que me limparam as feridas e me ajudaram a cicatrizar das "facadas" que fui levando.
Como disse, essas pessoas são poucas, muito poucas, mas sei que vão estar sempre lá quando eu precisar nos maus momentos, para não me deixarem ir abaixo, mas principalmente nos bons momentos. Sim , porque eu acredito que não é só nos maus momentos que se vê quem gosta de nós, tenho para mim que, principalmente, nos bons momentos se vê quem gosta de nós, que vibra com a nossa felicidade, que chora com as nossas conquistas como nós choramos e que fica feliz por saber que estamos bem, que estamos mesmo bem e não sente inveja caso estejamos melhor, fica feliz pelo amigo que conquistou aquilo que queria.
Felizmente tive vários exemplos durante este último ano de verdadeira amizade, de pessoas que vibraram com as minhas conquistas como o final da minha licenciatura, a minha entrada no mestrado no Porto, que me acalmavam os nervos quando eu dizia que ia correr tudo mal ou me diziam que determinadas pessoas eram estúpidas por me dizerem a típica frase destrutiva: «Tu não vais conseguir!»...
Felizmente eu tenho pessoas boas na minha vida e tudo o resto é secundário. Pessoas mesquinhas não merecem mais do que o meu desprezo. E na amizade, quantidade não é sinónimo de qualidade e estranho muito quando há 23456789854 melhores amigos, ó se estranho.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

As minhas (des)aventuras.

A minha reacção foi qualquer coisa parecida à da Blair quando reparei que o almoço estava a torrar, logo hoje, logo aquele almoço. Passo a explicar:
Hoje ele teve exame e eu disse-lhe para no fim do exame vir ter comigo, que eu fazia o almoço para nós os dois e que depois ficávamos durante a tarde por ali. Como sabia que ele era capaz de chegar um pouquinho mais tarde deixei o almoço com lume fraco para aquilo ir apurando lentamente e alapei-me no sofá, em frente ao computador. A campainha tocou, fui abrir a porta do prédio e senti da cozinha um cheiro a torrado que me assustou. Quando levanto o testo da panela e vejo tudo torrado saiu disparado da minha boca um valente: F***-** !! Entretanto ele chegou ao apartamento e disse cheirava bem lá fora e eu logo: deixei torrar o almoço, está tudo queimado!!
Depois reparei que não estava tudo perdido. Sim , havia bocados queimados mas era comestível. Após isto fui gozada (no bom sentido!) por ele, que teimava dizer que não estava mau de todo mas se fosse ele fazia melhor porque não deixava torrar.
Enfim, para um primeiro almoço acho que melhor não podia correr, a menos que o almoço não tivesse torrado.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dos bailes de finalistas de secundário.

No meu facebook tem sido desde há uns dias uma invasão das fotografias dos bailes de finalistas. E por aquilo que tenho visto tenho o conselho a dar a esta gente sobre os vestidos para o baile de finalistas: estar bonita não é sinónimo de estar despida, 'tá?
Eu sei que vocês adoraram os vestidos da Carolina Patrocínio, da Claúdia Vieira e da Andreia Rodrigues na maravilhosa gala dos Globos de Ouro ( not! ) mas há mais para além disso. Há vestidos recatados e elegantes e mais próprios para os vossos sweet 17, 18 anos, para a festa em questão e, alguns casos, para os vossos corpos, ok ?
E chega de fazer uma maratona de: quem leva o vestido com menos tecido. A sério, comecem a escolher bem a parte que querem trazer à mostra: pernas, costas, mamas ou a barriga agora tudo junto ... NOOOOOOT ! E por agora é tudo.