domingo, 28 de abril de 2013
Amigos mas pouco.
Amanhã tenho (mais!) uma apresentação de um trabalho mas infelizmente não estou com vontade de me "concentrar" nisso.
A verdade é que não consigo parar de pensar o que é que fiz de errado para este corte tão repentino e forte. Não vale a pena, não percebo. Já dei voltas e mais voltas, já virei e voltei a revirar ponto a ponto que tenho gravado na memória (e eu de memória sou MUITO boa!) sobre que mal fiz mas continuo sem perceber.
Infelizmente não acredito no "há amigos que vão, há amigos que vêm e há amigos que ficam"... Lamento, não acredito! Acredito que venham, acredito que se façam novas amizades - tenho feito tantas! - mas não acredito na parte dos amigos "que vão". Amigo, que é amigo, fica e fica sempre. Pode estar desaparecido, pode não estar em contacto, mas está sempre a uma distância de uma chamada para falar.
Já passaram mais de dois meses desde que me deixaste de falar. Como disse anteriormente, não queria que me agradecesses de nada, queria simplesmente que tivesses apreciado da minha companhia, mas não. O cinismo reinou no que era suposto ter sido um almoço cheio de gargalhadas e de coisas boas para contar.
Se calhar, assim mesmo só se calhar, não houve amizade nenhuma, não da tua parte. Conhecendo-te como te conheço, provavelmente a culpada de tudo fui eu. Pois então que a culpa seja minha, eu até tenho as costas largas.
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6 comentários:
Sim, é. Pelos vistos, estamos mesmo na mesma situação. E sabes? Deixa-me tão triste. Chego a não perceber o porquê de ela desistir....
bem... as vezes as pessoas desentendem-se a sério e não há volta a dar... provavelmente é aquilo que disseste... se calhar no fundo não havia aí uma amizade... pelo menos uma profunda, senão não teria acontecido isto...
No fundo, só essas pessoas é que ficam a perder.
Pergunta. Não fiques a remoer, questiona.
Já percebi... então não percas mais tempo. :/
Sim, custa muito.
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